terça-feira, 25 de março de 2014

JOSEPH ROBERT - POSTAIS DA I GUERRA MUNDIAL

Abaixo quatro dos oito cartões postais enviados por Joseph Robert do front da I Guerra Mundial ao seu irmão Antônio Robert e ao sobrinho Fernandes:

Cartão sem data, destinado ao sobrinho Fernandes Robert, meu avô.



Cartão sem data, destinado ao irmão Antônio Robert, meu bisavô.



Cartão de 09 de janeiro de 1916, também para meu bisavô Antônio Robert.



Cartão de 3 de novembro de 1916, para meu bisavô Antônio Robert.



Os demais postais estarão na próxima postagem.

terça-feira, 18 de março de 2014

OS FILHOS DE JACQUES ROBERT - JOSEPH (3)

Em 11 de novembro de 1918 acabou a Primeira Grande Guerra.
           
Em 16 de dezembro de 1918, Joseph envia um cartão postal da Bélgica dizendo que acredita  estar liberado do serviço militar no final do mês.

Em 31 de dezembro, Joseph foi novamente transferido para o 38° RI de Saint-Etienne em licença por tempo indeterminado, onde tinha residência na Rue J.J.Rosseau n° 12. 

Estaria ferido ? Já que seis meses depois foi para o Regimento localizado no Anexo do Grand Palais, transformado num grande hospital durante a guerra ...

Em junho de 1919, muda-se para Paris e passa para a reserva do 101° Regimento de Infantaria (Paris – Saint Cloud), tendo sido liberado definitivamente do serviço militar em abril de 1921, aos 50 anos de idade.





Raras fotos coloridas de soldados franceses da I Grande Guerra em Paris, daqui.

Como foi uma guerra de front, apenas uma região do país estava em estado de guerra as demais continuavam em relativa paz, os soldados tiravam licenças para descanso, quando podiam retornar as suas casas. Joseph fala de duas licenças, uma de 23 dias (em cartão sem data)  outra de nove dias (em cartão de 03 de novembro de 1916). 

Os dois  últimos endereços que Joseph Robert forneceu ao exército francês foram em Paris. 



O processo de imigração no Brasil provoca situações desconcertantes.

Maria de Lourdes Robert, minha mãe, teve um tio-avô, Joseph Robert,  participando da Primeira Guerra Mundial do lado francês, no 92° Regimento de Infantaria de Clermont-Ferrand.

Ao mesmo tempo seu sogro, meu avô paterno, também esteve presente no confronto,  porém do lado alemão. Willi Jablinski, do 88° Regimento de Infantaria de Mainz. Também um tio italiano de Rubens Jablinski, meio-irmão de sua mãe Luiza Capozzi, participou e faleceu no conflito.

Willi entrou no conflito antes de Joseph e saiu antes também,  por um grave ferimento. Willi lutou na Romênia, Joseph na França. Para saber mais sobre as Batalhas de Verdun e Somme, clique aqui.

Esse ano, 2014, comemora-se os centenário da Grande Guerra, alguns momentos interessantes estão:

Alguns filmes históricos, disponibilizados aqui.

A trégua natalina, animação em curta metragem, para saber mais, clique aqui.





terça-feira, 11 de março de 2014

OS FILHOS DE JACQUES ROBERT - JOSEPH (2)

A Primeira Guerra Mundial ocorreu entre julho de 1914 e novembro de 1918, com França, Império Britânico, Império Russo (até 1917) e EUA (a partir de 1917) de um lado e o Império Alemão, Império Austro-Hungaro e Império Turco-Otomano de outro, resultando  num novo mapa geo-político da Europa.

Para saber mais sobre a I Guerra Mundial clique aqui e aqui.
Para algumas fotos, clique aqui. 
Documentário, clique aqui.

Em outubro de 1915, Joseph Robert apresentou-se ao quartel de Saint-Etiènne. Havia sido convocado para a I Guerra Mundial e respondeu a essa convocação.



Joseph num primeiro momento pertenceu a Armée active. Pelo que se observa nos cartões postais, Joseph Robert tinha como ponto de referência a cidade de Saint-Etiènne, Loire, da 13° Region Militaire.

Segundo a documentação militar acima,  Joseph Robert apresentou-se ao 38° Regimento de Infantaria da ativa (St. Etiènne) no dia 15 de outubro de 1915, contava com 44 anos de idade,  e  por dois meses aí permaneceu, até o dia 13 de novembro.

A partir de 13 de novembro de 1915 Joseph passou para o 92° Regimento de Infantaria da ativa, (RI), 13° Corps d'Armée, 26° Divisão, 52° Brigada de Infantaria, de Clermont-Ferrand, Quartier Desaix. Aí permaneceu até 04 de outubro de 1917.

História do 92° Regimento de Infantaria, de Clermont-Ferrand, durante a I Guerra Mundial, clique aqui e aqui.

Joseph foi incorporado ao 92° quando este Regimento já se encontrava na Bélgica que havia sido invadida pelos alemães. Nesse Regimento  participou das batalhas :

- em 1915, na Bélgica, ao norte de Zounebecke (Ypres) onde recupera posição dos alemães,

- até  o final do ano permanecem no Somme e Oise (norte da França) para recuperar forças,

- em 09 de janeiro de 1916, Joseph envia para Antônio Robert um cartão postal da cidade de Pontgibaud onde estava “parado”. Essa cidade fica a apenas 20 km do quartel do 92° RI (Clermont-Ferrand),

- em 1916 participa da  batalha de Verdun (que durou entre 21 de fevereiro e 18 de dezembro). Junto com os demais Regimentos da 13° Corps d'Armée, o 92° chegou para a defesa de Verdun no final de fevereiro. De 6 de março a 11 de março tomam os bosques de Corbeaux e Cumières. Nesta retomada sobreviveram  300 soldados do 2° e 3° batalhão, 600 ficaram feridos e os demais morreram.

- ainda em 1916  participa da Batalha de Somme (que durou entre julho e novembro de 1916).

- para o 92° RI a ofensiva de Somme começou em setembro de 1916 e num dia apenas, 6 de setembro,  o Regimento perdeu 7 oficiais e 72 soldados, 290 ficaram feridos e 63 desaparecidos,

- em 3 de novembro de 1916 Joseph envia de Saint-Etienne outro cartão a Antônio, dizendo que terá uns 9 dias de licença,

- de Somme o Regimento parte para Crépy-en-Valois e daí para o campo de treinamento de Neufchâteau onde ficam até janeiro de 1917,

- em fevereiro de 1917 estão acampados no bosque de Thiescourt,

- em março em Noyon,

- em abril o Regimento participa da ofensiva de Saint-Quentin

- novamente em Verdun, em agosto de 1917, na recuperação da colina 304

- o Regimento passou o mês de setembro em Vaubécourt e daí  até dezembro próximo a Vauquois.

Em  04 de outubro de 1917, Joseph foi transferido do 92° RI para o 259° Regimento Territorial de Infantaria (RIT). Na Armée territorial os soldados não participam diretamente do front, eles realizam toda a infra-estrutura  necessária, trabalham na construção de trincheiras, construção e reparação de estradas de ferro e estradas, etc.

O 259° RIT por ocasião da transferência de Joseph tinha dois batalhões :

–o 1° Batalhão esteve “parado” em Crugny (Marne), Serzy e Tramery executando trabalhos ferroviários, depois em Craonelle (Aisne) no transporte de munição (centro de estocagem de Proully), depois em Crevecour (abril de 1918)

–o 2° Batalhão permanece no Marne em 1917 realizando trabalhos nas estradas de rodagem, em 1918 ele foi enviado para a luta contra aeronaves e finalmente foi enviado ao Somme em obras rodoviárias e em telégrafos.

Em 11 de novembro de 1918 acabou a Primeira Grande Guerra.

continua na próxima postagem ....
           

terça-feira, 4 de março de 2014

OS FILHOS DE JACQUES ROBERT - JOSEPH (1)

Joseph é  o quarto filho de Jacques Robert. Nasceu em Saint-Etiènne, Loire, França em 8 de abril de 1871.

Chegou em Curitiba com os pais e os irmãos, Leonard  e  Caroline, em fins de 1873, com 2 anos de idade. 



Em 20 de outubro de 1894 casou no cartório do Bacacheri com Anna Maria Christina Petersen, veja aqui



Com quem teve pelo menos 4 filhos:

1 - Pedro José, que nasceu em 1895 e faleceu em Cerro Azul dia 22 de novembro de 1914, com 19 anos de idade, por afogamento no rio Ribeira, veja aqui.
Abaixo, cartão enviado por Pedro ao tio Antônio, meu bisavô, em 01 de janeiro de 1910, de Nova Galícia.





"Ilmo. Sr. Antônio Robert, Rua Silva Jardim nº 171, Curityba, Paraná, Brasil. Estimado tio, desejo-lhe mil felicidade para a entrada do novo anno e que seja sempre felis. Seu sobrinho Pedro Robert, Nova Galicia 1-1-1910." 

A Colônia Nova Galícia era situada no município de União da Vitória_PR. Sobre ela leia aqui, e assista um vídeo aqui.

No mesmo período esteve na Colônia a família de Claudina Robert irmã de Joseph, veja aqui.

2 - Anna Maria, que nasceu em 23 de setembro de 1896, veja aqui e casou em 2 de dezembro de 1916 na cidade de Cerro Azul com Edmundo von der Osten, veja aqui, falecida em Cerro Azul em 1965

3 - Gustavo Roger, nascido em 16 de fevereiro de 1903, veja aqui, casado com Genoveva  Krnchelski em 1940 em Curitiba, veja aqui (foi testemunha Geraldo Robert, primo de Roger)

4Hortência Elfrida, nascida em 04 de janeiro de 1905, casada com Poggio Capelli, veja aqui


Em 1912 possuia um armázem na rua marechal Floriano em Curitiba (seria o mesmo da cunhada Amanda Robert ?)


Almanach do Paraná, 1912, Gêneros

Mesmo  casado e com filhos pequenos, em março de 1915 é convocado pelo exército francês para a  I Grande Guerra, em outubro apresentou-se ao quartel de Saint-Etiènne, sua cidade natal. 

Em 1923 ainda estava na França, pois nesta data enviou um cartão postal para seu irmão Antônio. Em 1927, no casamento de sua filha Hortência, devia estar no Brasil, após a qualificação dos pais da noiva o oficial complementa, "também residentes nesta cidade".

Faleceu em 07 de junho de 1960 em Cerro Azul, de causa ignorada, aos 89 anos de idade. Residia no local Ribeirão Bonito, onde era lavrador. Veja aqui.

As próximas postagens serão sobre a vida militar de Joseph Robert e a apresentação de cartões postais enviados ao irmão Antônio Robert e ao sobrinho Fernandes Robert, meu bisavô e meu avô.

Abaixo, Cerro Azul em 1927, daqui.








terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

OS FILHOS DE JACQUES ROBERT - CAROLINE E MARIE CATHERINE

Em 09 de agosto de 1865, Jacques e Marie Louise, tiveram mais um filho, na verdade duas meninas gêmeas,  Caroline e Marie Catherine.



Archives de la Loire, Saint-Etiènne, naissances, 1865, pp. 196/289.

Marie Catherine não chegou a vir ao Brasil, faleceu ainda na França ou a bordo do navio, em local e data ainda ignorados. 

A menina Caroline veio ao Brasil junto com os pais e os irmãos Leonard e Joseph, mas faleceu precocemente de causa ignorada em 19 de fevereiro de 1881, com apenas 15 anos de idade.
O assentamento de seu óbito foi feito na Catedral de Curitiba e o sepultamento no cemitério do bairro São Francisco, em local atualmente indeterminado.


"Aos dezenove de fevereiro de mil oitocentos e oitenta e um, nesta cidade de Curitiba, falleceu Carolina Roberto, de idade de desesseis anos, natural da França, solteira, filha legítima de Jacob Robert e de Maria Luiza, foi encomendada e sepultada no cemitério público desta cidade. Do que para constar fiz este assento. No impedimento do Rev. Vigário Agostinho Machado de Lima, o padre José Joaquim do Prado." Veja aqui.

Os livros de 1881 do 1º Cartório de Registro Civil de Curitiba estão desaparecidos, veja aqui.


Provavelmente a missa pelo falecimento de Caroline foi realizada enquanto a nova Catedral de Curitiba estava sendo construída, já que a anterior havia sido demolida em 1875. Na foto, a Catedral em construção no ano de 1886, informação e fotos daqui.





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

OS FILHOS DE JACQUES ROBERT - LEONARD

Leonard Robert foi o primogênito de Jacques e Marie Louise. Nasceu na França, em Saint-Etiènne, dia 21 de agosto de 1864.



Para visualizar, Archives de la Loire, Etat civil, Saint-Etiènne, naissance, 1864, pp. 212/313.

Em 1873, com 9 anos de idade, imigrou com a família para o Brasil, indo para a colônia Argelina em Curitiba.


Em 1890, com 26 anos de idade, casou com Amanda Schultz, filha de Jorge e Guilhermina Schultz.


Proclama do casamento de Leonard e Amanda, jornal A República, ed. 213, de 13 de setembro de 1890, veja aqui.

Casaram no cartório do Bacacheri, em Curitiba, no dia 18 de outubro de 1890, veja aqui.
.
Em 02 de junho 1900, no mesmo cartório, Leonard foi  testemunha no casamento de seu irmão Antônio e na ocasião declarou ser empregado na estrada de ferro, veja aqui.

Leonard Robert e Amanda Schultz tiveram 4 filhos (nomeados no óbito de Amanda).

1. Leonardo, foi para Cerro Azul-PR
2. Maria Luiza, casou com Carlos João Guilherme Diedrisch em 1914,em Curitiba, Taboão,  veja aqui. (Será a mesma "Nenê" casada com Leopoldo Schwarz ? a confirmar)
3. Jorge Eugênio, nascido em  25 de dezembro de 1896. Casou em 22 de dezembro de 1917, com Rosalina Bordignon Mion, quando declarou ser mecânico por profissão, veja aqui (provavelmente trabalhava na estrada de ferro como o pai, tio, avô e primos). Filhos:
     1. Armando
     2. Carmem
     3. Leonidas Ernesto
     4. Lauro Montalvo
     5. Nelson
     6. Alzira Amanda
     7. Yolanda
     8. Judith Amanda
4. Luiz, nascido em 10 de dezembro de 1899, veja aqui. Casado com Julieta Fritolli.
     1.Luiz
     2.
     3.

Em Curitiba, Leonard Robert participou da Loja Maçônica Fraternidade Paranaense n° 0.555, junto com o cunhado André Legat, veja aqui e aqui.

Faleceu em janeiro de 1907, vítima de apoplexia cerebral (AVC), com apenas 42 anos de idade, seis meses antes de seu pai Jacques Robert. O assentamento de seu óbito foi feito no 1° cartório de Curitiba, Centro,  livro 27 folha 140 verso.


"Agradecimento - Amanda Schultz Robert, seus filhos e mais parentes, agradecem penhoradíssimos a todas as pessoas que acompanharam os restos mortaes do seu inolvidável esposo e pae LEONARDO ROBERT, a seu último jazigo, bem como a todas aquellas que durante a sua enfermidade o auxiliaram a mitigar os seus padecimentos. 
No rude golpe por que acabamos de passar não podemos deixar de salientar as inestimáveis provas de caridade e confraternidade prestadas pelas respeitáveis Lojas Maçonicas da Capital, Diretoria da Estrada de Ferro e seo pessoal, Sociedade Giuseppe Garibaldi (alto S. Francisco) e Federação Operária do Paraná.
A todos o nosso eterno reconhecimento,
Curityba, 16 de janeiro de 1907"

Jornal A Notícia de 16 de janeiro de 1907, pg.3, ed. 363, aqui.

Parece ter sido uma situação bastante traumática para a família.



Jornal A República de 26 de janeiro de 1907, ed. 2, pg. 2,  aqui.

Amanda Robert ficou por um tempo cuidando de um pequeno negócio na rua Mal. Floriano 107, no centro da cidade de Curitiba.


Jornal A República, Curitiba, 01 de fevereiro de 1908, pg. 2, veja  aqui.


Rua Mal.Floriano no início do séc. XX, disponibilizado na grupo FB Antigamente em Curitibaaqui

A mulher de Leonard, Amanda Schultz faleceu em 3 de março 1915 aos 46 anos de idade, leia aqui e conforme declarado no casamento de seu filho Luis Robert com Julieta Fritolli, veja aqui.

Após o falecimento dos pais, os filhos foram cuidados pelas tias Júlia e Bêbe (Eugênia), conforme declarou a bisneta de Leonard, Cláudia Fonseca.

A irmã de Amanda, Rosalina Schultz, era casada com o maquinista Alberto Bunde, filho de Friedrich Bunde e Bertha Lasanki,  primo de Helena Gerber Robert. Curitiba dia 08 de maio de 1897, veja aqui.


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

AU REVOIR, JACQUES ET MARIE LOUISE


Je vous remerci.

Jacques Robert faleceu em Curitiba no dia 02 de junho de 1907, com 64 anos de idade, vítima de câncer do estomago. Cartório do Bacacheri, registro 14.408, folha 35, veja aqui.


Jornal A República, Curitiba 13 de junho de 1907, ed. 139, pg.2, aqui. No mesmo anúncio, duas ocorrências da família, o nascimento da neta Lydia e o falecimento de  Jacques.


Diário da Tarde, 3 de junho de 1907, aqui

O assentamento do óbito foi feito no cartório do Bacacheri, Ele deixou bens a inventariar, provavelmente o lote no Bacacheri. O inventário foi aberto na 1ª Vara Cível em Curitiba, acredito que esteja no Arquivo Judicial na av. Marechal Floriano, bairro da Vila Hauer. (a pesquisar, se for buscar pelo inventário, procure na 2ª Vara também).




Jornal A República, Curitiba 08 de julho de 1907, ed. 153, pg.2, aqui.

Marie Louise faleceu dia 03 de outubro de 1925 em Curitiba, com 82 anos de idade, vítima de arterio esclerose. Ela era viúva de Jacques há 18 anos, seu filho mais velho, Leonard, já havia falecido (1907), o segundo, Joseph, estava na França ou em Cerro Azul, e o filho Antônio, meu bisavô, também já tinha falecido (1923). O óbito foi declarado pelo meu avô, Fernandes Robert.
Marie Louise faleceu na casa de Antônio, provavelmente cuidada pela nora Helena Gerber, na rua Silva Jardim 171. 
O assentamento do óbito foi feito no 1° cartório de Curitiba, centro, registro 33.789, folha 176 verso, veja aqui.

Tanto Jacques quanto Marie Louise foram sepultados no cemitério municipal do bairro São Francisco em Curitiba, entrando pela rua principal, depois da pracinha, 2ª ou 3ª rua a esquerda.